Pessoas acima de 12 anos com comorbidades foram incluídos pelo Ministério da Saúde e podem, a partir de agora, receber uma dose de reforço da vacina bivalente da Pfizer contra a Covid-19. A Secretaria de Saúde de Santa Catarina (SES) detalhou que com o novo grupo passam a estar dentro do público-alvo cerca de 1,9 milhão de pessoas.

A oferta nos postos e horários fica a critério de cada prefeitura municipal, mas para receber a bivalente é necessário ter tomado ao menos duas doses da vacina da primeira versão do imunizante, sendo que a última deve ter sido aplicada em um intervalo de 4 meses.

Confira a lista de doenças pré-existentes:

  • Diabetes mellitus;
  • Pneumopatias crônicas graves;
  • Hipertensão Arterial Resistente (HAR);
  • Hipertensão arterial estágio 3;
  • Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo;
  • Insuficiência cardíaca (IC);
  • Cor-pulmonal e Hipertensão pulmonar;
  • Cardiopatia hipertensiva;
  • Síndromes coronarianas;
  • Valvopatias;
  • Miocardiopatias e Pericardiopatias;
  • Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas;
  • Arritmias cardíacas;
  • Cardiopatias congênita no adulto;
  • Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados;
  • Doenças neurológicas crônicas e distrofias musculares;
  • Doença renal crônica;
  • Hemoglobinopatias e disfunções esplênicas graves;
  • Obesidade mórbida;
  • Síndrome de Down e outras Síndromes genéticas;
  • Doença hepática crônica.

Não há necessidade de comprovação da comorbidade para se vacinar, conforme orientação do Ministério da Saúde.

“Ressalta-se que para este grupo não haverá exigência quanto à comprovação da situação de comorbidade, sendo suficiente para a vacinação a comorbidade autodeclarada”, diz a nota técnica.

A vacinação de reforço com o imunizante bivalente da Pfizer começou no Brasil no final de fevereiro. Além das pessoas com comorbidades, também podem tomar o reforço com a bivalente:

  • Pessoas com 60 anos ou mais;
  • Pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores;
  • Imunossuprimidos (a partir de 12 anos de idade);
  • Indígenas, ribeirinhos e quilombolas (a partir de 12 anos de idade);
  • Gestantes e puérperas;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Pessoas com deficiência permanente (a partir de 12 anos de idade);
  • População Privada de Liberdade e Adolescentes em Medidas Socioeducativas; e
  • Funcionários do Sistema de Privação de Liberdade.

A vacina bivalente é uma atualização em relação aos primeiros imunizantes fabricados e protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.

Fonte: G1

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